Posted in JudiciárioNovo Normal Luiz Queiroz 17 de novembro de 2020 E a sessão da Segunda Câmara do TCU presidida pela ministra Ana Arraes seguia tranquila, quando um elemento resolveu fazer sua sustentação oral sem a devida autorização. Notícias relacionadas:Greve na DataprevSTJ decide que e-mail apagado não precisa ficar armazenado em provedorUm pequeno escritório de advogados com o pé em três poderesCNMP defende reforma penal no combate a crimes digitais contra crianças