Posted in JudiciárioNovo Normal Luiz Queiroz 17 de novembro de 2020 E a sessão da Segunda Câmara do TCU presidida pela ministra Ana Arraes seguia tranquila, quando um elemento resolveu fazer sua sustentação oral sem a devida autorização. Notícias relacionadas:STJ remaneja vagas para técnicos em programaçãoO que é prioritário para o Conselho da Justiça Federal em 2021Curso promete ministro ensinando gestor a “se defender” do TCUGolpe de R$ 4 milhões com certificados digitais clonados tira do ar sistemas da Justiça do Trabalho