
Em meio ao turbilhão político que se tornou a CPMI do INSS e as investigações do escândalo de corrupção com os decontos indevidos dos aposentados e pensionistas que ainda estão em curso na Polícia Federal, surge agora a informação no Diário Oficial de hoje, que a diretora de TI do INSS, Lea Bressy Amorim, pediu sua dispensa do cargo. Até que ela demorou bastante na função, se levado em conta que desde novembro do ano passado Lea vinha sendo pressionada a deixar o cargo pelo presidente do Instituto, Gilberto Waller.
Naquele mês Gilberto Waller chegou a encaminhar um ofício para o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, solicitando o desligamento dela, sob alegação de que ela tinha “notória proximidade pessoal’ com o ex-presidente do instituto, Alessandro Stefanutto, preso pela PF após o estouro do escândalo de corrupção no órgão.
Porém, Wolney Queiroz, segundo reportagem do G1, teria mantido Lea no cargo, quando devolveu o ofício para o presidente do INSS, Gilberto Waller, solicitando que ele “apresentasse, de forma objetiva, quais crimes, irregularidades ou desvios éticos embasariam o pedido de afastamento da servidora”.
As razões oficiais para a servidora deixar o cargo são desconhecidas, mas dentro do INSS as informações dão conta de que havia um “clima ruim” entre Lea e o presidente Gilberto Waller. Ainda mais depois que em novembro do ano passado ele chegou a pedir, sem sucesso, a exoneração dela do cargo.







