
Não vou me alongar na coluna, pois estou retomando esse serviço e o ano em Brasília só começará depois do Carnaval. Mas seguem alguns comentários:
A competência de Wallyson
Recebi cópia da Ata da reunião do Conselho de Administração do Serpro, na qual ficou patente que um dos representantes do Ministério da Fazenda votou contra a indicação de Wallyson Oliveira para o cargo de Diretor de Operações ( infraestrutura agora). Por entender que o curriculo dele não é técnico e não teve experiência comprovada na área que irá atuar. Prefiro aguardar o andamento do trabalho dele. Mas de antemão, lembro que se esse requisito da experiência na função fosse cumprido à risca em Brasília, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, por exemplo, estaria no lugar errado. Mesmo tendo formação em Economia é notório que ele nunca exerceu a atividade nessa área dentro do governo. O tal conselheiro deveria protestar também sobre a presença de Haddad na pasta, não?
Dona da Bola
Mas já que estamos falando sobre qualificação para ocupar cargos públicos, aqui temos um clássico sobre escolha de dirigentes, cujos currículos profissionais não batem com a atividade para a qual foram escolhidos. A Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027 terá uma “gestora” que não tem nenhuma intimidade com a bola, mas sabe fazer “embaixadinha política”. Trata-se de Juliana Picoli Agatte, irmã do diretor de Negócios do Serpro, André Agatte, nomeada esta semana para o cargo de “Secretária Extraordinária da Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027”.
Ela ficará responsável pelo gerenciamento dos gastos estimados em US$ 13,3 milhões (R$ 67 milhões) em virtude do uso de 10 estádios para a competição. Só está lá por conta de apoio político do PT Paulista. Se é questão de preocupação com a “coisa pública”, lembro que recentemente ela fez parte da Diretoria de Governança dos Correios. Uma estatal que registrou um rombo no caixa estimado em quase R$ 6 bilhões.
Fevereiro chegou…

E eu ainda continuo pedindo e aguardando confirmação de entrevistas para os principais nomes da TI/Telecom governamental de Brasília. Até agora só dois confirmaram. O resto, ou não tem interesse de falar para o blog ou não tem nada para mostrar. A pauta da entrevista seria a justamente a agenda de atividades para 2026.
Crise no IBGE
Desde que assumiu a presidência do IBGE, o economista Márcio Pochmann vem colhendo uma série de confusões com o corpo funcional do órgão. A situação está ficando insustentável lá dentro e se continuar, o trabalho de análise de dados governamentais poderá ser prejudicado.
*Se alguém com mais criatividade que eu tiver alguma imagem que simbolize o nome desta coluna me mande, por favor. Essa imagem que estou usando é bem tosca, mas foi o que deu. Bom fim de semana.







